segunda-feira, 25 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
Carlos...
Gosto de caminhar descalça.
Gosto de trepar as árvores.
Gosto de dias de Primavera.
Gosto do som do vento ao passar pelas folhas das árvores.
Gosto do teu sorriso.
Gosto dos nossos olhares.
Gosto do toque das tuas mãos.
Gosto de te observar.
Gosto de longas conversas.
Gosto de abraços. ADORO OS TEUS ABRAÇOS...
ADORO-TE
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Luisa Casimiro
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sábado, abril 23, 2011
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O SOL E A LUA
O SOL E A LUA
Quando o SOL e a LUA se encontraram pela primeira vez, se apaixonaram perdidamente e a partir daí começaram a viver um grande amor. Acontece que o mundo ainda não existia e no dia que Deus resolveu criá-lo, deu-lhes então o toque final ...o brilho ! Ficou decidido também que o SOL iluminaria o dia e que a LUA iluminaria a noite, sendo assim, seriam obrigados a viverem separados.
Abateu-se sobre eles uma grande tristeza quando tomaram conhecimento de que nunca mais se encontrariam. A LUA foi ficando cada vez mais amargurada, mesmo com o brilho que Deus havia lhe dado, ela foi se tornando solitária. O SOL por sua vez havia ganhado um título de nobreza "ASTRO REI", mas isso também não o fez feliz.
Deus então chamou-os e explicou-lhes: Vocês não devem ficar tristes, ambos agora já possuem um brilho próprio. Você LUA, iluminará as noites frias e quentes, encantará os enamorados e será diversas vezes motivo de poesias. Quanto a você SOL , sustentará esse título porque será o mais importante dos astros, iluminará a terra durante o dia, fornecerá calor para o ser humano e a sua simples presença fará as pessoas mais felizes.
No entanto sua preocupação era tão grande que resolveu fazer um pedido
a ELE:
Senhor, ajude a LUA por favor, ela é mais frágil do que eu, não
suportará a solidão... E Deus em sua imensa bondade criou então as
estrelas para fazerem companhia a ela.
A LUA entristeceu-se muito com seu terrível destino e chorou dias a
fio...já o SOL ao vê-la sofrer tanto, decidiu que não poderia deixar-se
abater pois teria que dar-lhe forças e ajudá-la a aceitar o que havia
sido decidido por Deus.
a
LUA sempre que está muito triste recorre as estrelas que fazem de tudo
para consolá-la, mas quase sempre não conseguem. Hoje eles vivem
assim....separados, o SOL finge que é feliz, a LUA não consegue esconder
que é triste.
O SOL ainda esquenta de paixão pela LUA e ela ainda vive na escuridão
da saudade.
Dizem que a ordem de Deus era que a LUA deveria ser sempre cheia e luminosa, mas ela não consegue isso....
porque ela é mulher, e uma mulher tem fases.
Quando feliz consegue ser cheia, mas quando infeliz é minguante e quando minguante nem sequer é possível ver o seu brilho.
LUA e SOL seguem seu
destino, ele solitário mas forte, ela acompanhada das estrelas, mas
fraca.
Humanos tentam a todo instante conquistá-la, como se isso fosse
possível. Vez por outra alguns deles vão até ela e voltam sempre
sozinhos, nenhum deles jamais conseguiu trazê-la até a terra, nenhum
deles realmente conseguiu conquistá-la, por mais que achem que sim.
Acontece que Deus decidiu que nenhum amor nesse mundo seria de todo
impossível, nem mesmo o da LUA e o do SOL... e foi aí então que ele
criou o eclipse.
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Luisa Casimiro
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segunda-feira, 4 de abril de 2011
Olha para dentro de ti
Olha para dentro de ti, sem medo, para que possas te descobrir. Percebe a tua essência, deixa brilhar a tua luz, pois só assim encontrarás paz e poderás valorizar a tua maior dádiva: a tua vida neste momento presente! Afinal, o passado já se foi... e o amanhã, ah, o amanhã! Quem saberá? Por isso, a hora de começar é agora, faz o teu melhor já! Começa irradiando amor... primeiro por ti, depois poderás contagiar aqueles que amas.


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Luisa Casimiro
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As almas
As almas têm um modo especial de se entenderem, de entrarem em intimidade, de se tratarem, até, por tu, enquanto as pessoas ainda se sentem embaraçadas com o comércio das palavras, na escravidão das exigências sociais. As almas têm necessidades próprias e aspirações próprias, que o corpo finge não reconhecer quando se vê impossibilitado de as satisfazer a de as traduzir em acções. E de todas as vezes que duas pessoas comunicam entre si desta maneira, apenas como almas, se encontram a sós num qualquer lugar, experimentam uma perturbação angustiosa e quase um repúdio violento de todo e qualquer contacto material, um sofrimento que os afasta e que cessa de imediato logo que intervém uma terceira pessoa. Então, desvanecida a angústia, as duas almas aliviadas buscam-se reciprocamente e voltam a sorrir uma para a outra.
Sou composta por urgências:Minhas alegrias são intensas;minhas tristezas,absolutas.Me entupo de ausências,me esvazio de excessos. Eu não caibo no estreito,eu só vivo nos extremos.
Gosto das belas coisas claras e simples, das grandes ternuras perfeitas, das doces compreensões silenciosas, gosto de tudo, enfim, onde encontro um pouco de Beleza e de Verdade ...Porque há ainda no mundo, graças a Deus, almas-astros onde eu gosto de me refletir,almas de sinceridade e de pureza sobre as quais adoro debruçar a minha...
Sou composta por urgências:Minhas alegrias são intensas;minhas tristezas,absolutas.Me entupo de ausências,me esvazio de excessos. Eu não caibo no estreito,eu só vivo nos extremos.
Gosto das belas coisas claras e simples, das grandes ternuras perfeitas, das doces compreensões silenciosas, gosto de tudo, enfim, onde encontro um pouco de Beleza e de Verdade ...Porque há ainda no mundo, graças a Deus, almas-astros onde eu gosto de me refletir,almas de sinceridade e de pureza sobre as quais adoro debruçar a minha...
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quarta-feira, 30 de março de 2011
Descodificaram o nome SÓCRATES
Descodificaram o nome SÓCRATES
Eu já desconfiava.........!!!!!!!!
Acaba de me chegar à mão um estudo efectuado por cientistas
portugueses (provavelmente nos intervalos da elaboração do relatório da OCDE) que descodificaram o nome SÓCRATES.
Eis as conclusões do estudo:SalazarOutroraCaiu;RegressouAgoraTransformadoEmSocialista
Acaba de me chegar à mão um estudo efectuado por cientistas
portugueses (provavelmente nos intervalos da elaboração do relatório da OCDE) que descodificaram o nome SÓCRATES.
Eis as conclusões do estudo:SalazarOutroraCaiu;RegressouAgoraTransformadoEmSocialista
SÓ QUE O OUTRO NÃO FOI TÃO ALDRABÃO E MORREU POBRE......!!!!!!!
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Luisa Casimiro
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terça-feira, 29 de março de 2011
SÓ...SÓCRATES
A secretária de Sócrates estava apaixonada por ele, mas este nem percebia…
Um dia depois do expediente, entrou na sala dele com um vestido provocante, bastante decotado, fechou a porta atrás de si, caminhou languidamente até à mesa, com ares de Mónica Lewinski e propôs-lhe:
-Sr. Primeiro Ministro, vamos fazer uma sacanice?
- Vamos! Onde é que eu assino?
Um dia depois do expediente, entrou na sala dele com um vestido provocante, bastante decotado, fechou a porta atrás de si, caminhou languidamente até à mesa, com ares de Mónica Lewinski e propôs-lhe:
-Sr. Primeiro Ministro, vamos fazer uma sacanice?
- Vamos! Onde é que eu assino?
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COMO EXPLICAR A CRISE ÀS CRIANÇAS?
COMO EXPLICAR A CRISE ÀS CRIANÇAS?
Especialistas garantem que aos três anos as crianças já devem saber porque não podem ter brinquedos novos.
A
crise alterou a vida de muitas crianças, mas os pais não sabem como
falar dela. Pediatras aconselham a não esconder o problema. E sugerem a
melhor forma de explicar aos mais novos o drama dos problemas
financeiros quando eles fizerem certas perguntas.
Pai e mãe, porque é que não posso comprar o brinquedo?
"É essencial integrar as crianças nas poupanças em tempo de crise. Ou seja, fazer com que elas se sintam parte da resolução." O conselho é do pediatra Gomes Pedro. Não esconder das crianças os tempos difíceis de crise e envolvê- -las nas poupanças familiares é também a opinião do psicólogo Bruno Pereira Gomes. "Assim, elas sentem que estão a ajudar, vão sentir-se melhor, caso contrário poderiam até pensar que os problemas económicos da família são culpa delas", explica o especialista ao DN.
A psicóloga Sílvia de Jesus Coutinho defende que "convém passar a mensagem às crianças de que nem sempre vão poder comprar tudo o que querem". Adiantando que assim os mais pequenos se adaptam melhor às mudanças de circunstâncias e percebem que os pais não são nem devem ser super-heróis.
O que quer dizer isso da crise, podem explicar-me?
Conversar com as crianças não é fácil, mas Bruno Gomes sugere que os pais fujam aos discursos elaborados. O especialista diz que o melhor é um discurso simples que não assuste as crianças.
Também Sílvia Coutinho avisa que quando os filhos perguntam o que é a crise tudo deve ser explicado "numa linguagem próxima do nível de entendimento da criança". Além disso, acrescenta, não se deve "explicar coisas a mais". Basta responder às perguntas dos filhos de forma simples.
"Não é preciso forçar nada. Há que estar atento às perguntas que os filhos fazem e ir esclarecendo as dúvidas calmamente" diz Bruno Gomes, que acha ser "impossível as crianças não saberem o que se passa com a quantidade de notícias que há". Atendendo às informações, "elas, neste momento, têm medo da crise", diz.
Mas eu não sou novo de mais para saber essas coisas?
De acordo com Gomes Pedro, quando as crianças entram para a escola, "é importante que vão adaptando os conhecimentos". Mas Sílvia Coutinho considera que aos três anos as crianças começam a pedir brinquedos e é preciso dizer-lhes que não podem ter tudo. Por isso, essa pode ser uma boa idade para lhes explicar de forma simples o que é a crise.
Nestas idades, a crise pode ter um lado positivo, diz Gomes Pedro: "É nestas alturas que as crianças podem construir valores morais e aprender a partilhar." Isto é, ao compreenderem as dificuldades por que passa a família, ou outras pessoas, aprendem também elas a fazer frente aos problemas. Gomes Pedro sublinha, porém, que aos três ou quatro anos os miúdos "envolvem-se naturalmente nas fantasias".
Então e aquelas histórias todas de finais felizes não existem?
Apesar de a crise não ser uma situação agradável, Bruno Gomes defende a necessidade de as crianças imaginarem que podem ser felizes, "que o bom pode vencer".
Da mesma forma, Sílvia Coutinho também aconselha os pais a continuarem a contar histórias felizes aos filhos, pois estas dão segurança. "As histórias com final feliz dão a ideia de que tudo vai correr bem no final e isso é bom", assegura.
A psicóloga entende mesmo que estas histórias podem ajudar a falar da crise. "Os pais podem dizer que agora não podem comprar tudo, mas que no futuro tudo vai resolver-se e vão poder comprar brinquedos", exemplifica.
Importante também é que as crianças entendam o mundo à sua volta. "Os pais nunca devem ocultar a verdade. Mas é sempre mais fácil ir pelo lado negativo. Temos de pensar no aspecto positivo, explicando o lado mau", recomenda Bruno Gomes, aconselhando mesmo os pais a lerem contos de fadas para si próprios.
Para Gomes Pedro, "a criança deve saber o que é a realidade, mas claro que deve ter o seu refúgio de fantasia."
Pai e mãe, porque é que não posso comprar o brinquedo?
"É essencial integrar as crianças nas poupanças em tempo de crise. Ou seja, fazer com que elas se sintam parte da resolução." O conselho é do pediatra Gomes Pedro. Não esconder das crianças os tempos difíceis de crise e envolvê- -las nas poupanças familiares é também a opinião do psicólogo Bruno Pereira Gomes. "Assim, elas sentem que estão a ajudar, vão sentir-se melhor, caso contrário poderiam até pensar que os problemas económicos da família são culpa delas", explica o especialista ao DN.
A psicóloga Sílvia de Jesus Coutinho defende que "convém passar a mensagem às crianças de que nem sempre vão poder comprar tudo o que querem". Adiantando que assim os mais pequenos se adaptam melhor às mudanças de circunstâncias e percebem que os pais não são nem devem ser super-heróis.
O que quer dizer isso da crise, podem explicar-me?
Conversar com as crianças não é fácil, mas Bruno Gomes sugere que os pais fujam aos discursos elaborados. O especialista diz que o melhor é um discurso simples que não assuste as crianças.
Também Sílvia Coutinho avisa que quando os filhos perguntam o que é a crise tudo deve ser explicado "numa linguagem próxima do nível de entendimento da criança". Além disso, acrescenta, não se deve "explicar coisas a mais". Basta responder às perguntas dos filhos de forma simples.
"Não é preciso forçar nada. Há que estar atento às perguntas que os filhos fazem e ir esclarecendo as dúvidas calmamente" diz Bruno Gomes, que acha ser "impossível as crianças não saberem o que se passa com a quantidade de notícias que há". Atendendo às informações, "elas, neste momento, têm medo da crise", diz.
Mas eu não sou novo de mais para saber essas coisas?
De acordo com Gomes Pedro, quando as crianças entram para a escola, "é importante que vão adaptando os conhecimentos". Mas Sílvia Coutinho considera que aos três anos as crianças começam a pedir brinquedos e é preciso dizer-lhes que não podem ter tudo. Por isso, essa pode ser uma boa idade para lhes explicar de forma simples o que é a crise.
Nestas idades, a crise pode ter um lado positivo, diz Gomes Pedro: "É nestas alturas que as crianças podem construir valores morais e aprender a partilhar." Isto é, ao compreenderem as dificuldades por que passa a família, ou outras pessoas, aprendem também elas a fazer frente aos problemas. Gomes Pedro sublinha, porém, que aos três ou quatro anos os miúdos "envolvem-se naturalmente nas fantasias".
Então e aquelas histórias todas de finais felizes não existem?
Apesar de a crise não ser uma situação agradável, Bruno Gomes defende a necessidade de as crianças imaginarem que podem ser felizes, "que o bom pode vencer".
Da mesma forma, Sílvia Coutinho também aconselha os pais a continuarem a contar histórias felizes aos filhos, pois estas dão segurança. "As histórias com final feliz dão a ideia de que tudo vai correr bem no final e isso é bom", assegura.
A psicóloga entende mesmo que estas histórias podem ajudar a falar da crise. "Os pais podem dizer que agora não podem comprar tudo, mas que no futuro tudo vai resolver-se e vão poder comprar brinquedos", exemplifica.
Importante também é que as crianças entendam o mundo à sua volta. "Os pais nunca devem ocultar a verdade. Mas é sempre mais fácil ir pelo lado negativo. Temos de pensar no aspecto positivo, explicando o lado mau", recomenda Bruno Gomes, aconselhando mesmo os pais a lerem contos de fadas para si próprios.
Para Gomes Pedro, "a criança deve saber o que é a realidade, mas claro que deve ter o seu refúgio de fantasia."
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segunda-feira, 28 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
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quarta-feira, 16 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
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